04/04: Trailer de ‘Bio’ antecipa o formato inovador do novo filme de Carlos Gerbase

MARIA FERNANDA CÂNDIDO, MAITÊ PROENÇA, TAINÁ MULLER, MARCO RICCA, ENTRE OUTROS, INTERPRETAM PERSONAGENS QUE DÃO DEPOIMENTOS SOBRE UM CIENTISTA QUE VIVE 110 ANOS, COMO EM UM DOCUMENTÁRIO
LONGA ESTREIA EM 4 DE ABRIL

“Bio”, novo filme de Carlos Gerbase, é uma ficção, mas utiliza a estrutura de um documentário para contar a vida de um homem surpreendente – um cientista que viveu mais de 110 anos. Para isso, o longa se vale de depoimentos de diversas pessoas que conviveram com ele, acompanhados de breves cenas que ilustram partes marcantes de sua trajetória. No trailer, o espectador pode conhecer um pouco sobre esse ser humano único – que nunca aparece no filme – a partir de relatos de seus familiares, professores, amantes, amigos, colegas.

“Minha ideia era contar os momentos decisivos da vida dele”, diz a personagem interpretada por Tainá Müller. Outra mulher, vivida por Maria Fernanda Cândido, conta que o cientista passou a vida tentando compreender a linguagem dos Bugios, enquanto o psicólogo interpretado por Marco Ricca revela detalhes da infância do biografado. Ao todo, o elenco reúne 39 atores – Werner Schünemann, Rosanne Mulholland, Maitê Proença e Sheron Menezzes estão entre eles. Em uma narrativa fragmentada, subjetiva e coletiva, o espectador é convidado a imaginar e reconstruir uma história de vida singular.

“Bio” recebeu os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Popular, Prêmio Especial do Júri pela Direção de Atores e de Melhor Desenho de Som no Festival de Gramado. Também participou do Festival do Rio, da Mostra São Paulo e do Festival de Punta del Este. Produzido pela Prana Filmes, o longa estreia em 4 de abril, com distribuição da Bretz Filmes.

Sinopse

O que aconteceria se um documentarista pudesse viajar no tempo e captar depoimentos sobre a vida de alguém ainda no calor dos acontecimentos, e não com aquele teor nostálgico de quem se recorda de fatos enterrados há muitos anos no passado? “BIO” responde a essa pergunta, propondo ao espectador uma narrativa fragmentada, mas muito emocional, sobre a longa e atribulada existência de um biólogo, que atravessa a segunda metade do século 20 e mergulha no século 21 com uma sede imensa de conhecimento sobre a vida em nosso planeta. Ou até fora dele.

Ficha Técnica

Roteiro e Direção: Carlos Gerbase

Produção e Produção Executiva: Luciana Tomasi

Elenco: Marco Ricca, Maitê Proença, Maria Fernanda Cândido, Werner Schünemann, Rosanne Mulholland, Tainá Müller, Sheron Menezzes, Branca Messina, Bruno Torres, Zé Victor Castiel, Felipe Kannenberg, Carla Cassapo, Felipe de Paula, Gabriela Poester, Mateus Almada, Carla Cassapo, Artur Pinto, Roberto Oliveira, Mateus Almada, Luísa Horta, Lívia Perrone, Nadya Mendes, Milena Dalla Corte, Marco Ricca, Léo Ferlauto, Branca Messina, Enzo Petry, João Pedro Alves, Júlia Bach, Thainá Gallo, Gabriela Poester, Julio Conte, Girley Brasil Paes, Werner Schünemann, Felipe de Paula, Luiza Ollé, Elisa Heidrich, Carlos Cunha Filho, Felipe Kannenberg, Deborah Finocchiaro, Nadinne Oliveira, Fredericco Restori, Luciano Mallmann, Giulia Goes, Guilherme Cury, Zé Victor Castiel, Fernanda Carvalho Leite, Charlie Severo.

Duração: 105 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Prana Filmes
Fundada em outubro de 2011, já possui diversas obras produzidas e outras em realização. Seu primeiro longa-metragem foi “Menos que nada”, dirigido por Carlos Gerbase, que estreou em 2012. No mesmo ano, foi lançado o curta “Amores passageiros”, dirigido por Augusto Canani. Produziu em 2018 o longa “Yonlu” de Hique Montanari.

Bretz Filmes
Luiz Bretz fundou a Bretz Filmes no início dos anos 90 e trabalhou no mercado de vídeo até ingressar como diretor de distribuição na Videofilmes, onde por nove anos participou do lançamento de longas como “Cidade Baixa”, “O Céu de Suely”, “Uma Noite em 67”, entre outros. Em 2012, retornou à Bretz Filmes se especializando em filmes de alto valor artístico. Foi responsável pela distribuição de títulos como “Woody Allen – Um Documentário”, “Nostalgia da Luz”, “Marina Abramovic”, “Ai Weiwei”, “O Cavalo de Turim”, “Mais Um Ano” ou mesmo brasileiros como “Gabriel e a Montanha”, “On Yoga – Arquitetura da Paz”, “Yvone Kane”, “Em 97 Era Assim”, “Missão 115”, entre outros.